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11/11/2018 - Comida vinda do céu Êxodo 16.1-36

 

Partiram de Elim, e toda a congregação dos filhos de Israel veio para o deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do segundo mês, depois que saíram da terra do Egito. Toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e Arão no deserto. Os filhos de Israel disseram a Moisés e Arão:

— Quem nos dera tivéssemos morrido pela mão do SENHOR na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne e comíamos pão à vontade! Pois vocês nos trouxeram a este deserto a fim de matarem de fome toda esta multidão.

Então o SENHOR disse a Moisés:

— Eis que farei chover do céu pão para vocês, e o povo sairá e recolherá diariamente a porção para cada dia. Eu os porei à prova para ver se andam na minha lei ou não. No sexto dia prepararão o que recolherem, e será o dobro do que recolhem nos outros dias.

Então Moisés e Arão disseram a todos os filhos de Israel:

— Hoje à tarde vocês saberão que foi o SENHOR quem os tirou da terra do Egito, e, pela manhã, vocês verão a glória do SENHOR, porque ele ouviu as murmurações de vocês contra o SENHOR. Pois quem somos nós, para que vocês fiquem murmurando contra nós?

— Moisés continuou:

— Isso acontecerá quando o SENHOR, à tarde, lhes der carne para comer e, pela manhã, pão à vontade, porque o SENHOR ouviu as murmurações, com que vocês se queixam contra ele. Pois quem somos nós? Vocês não estão murmurando contra nós, mas contra o SENHOR.

Então Moisés disse a Arão:

— Diga a toda a congregação dos filhos de Israel: “Cheguem-se à presença do SENHOR, pois ele ouviu as murmurações de vocês.”

Enquanto Arão falava a toda a congregação dos filhos de Israel, olharam para o deserto, e eis que a glória do SENHOR apareceu na nuvem.

E o SENHOR disse a Moisés:

— Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel. Diga-lhes: “Ao crepúsculo da tarde, vocês comerão carne, e, pela manhã, vocês comerão pão à vontade, e saberão que eu sou o SENHOR, seu Deus.”

À tarde, apareceram codornizes e cobriram o arraial. Pela manhã, havia orvalho ao redor do arraial. E, quando o orvalho que havia caído se evaporou, na superfície do deserto restava uma coisa fina e semelhante a escamas, fina como a geada sobre a terra. Quando os filhos de Israel viram aquilo, perguntaram uns aos outros:

— Que é isso?

Pois não sabiam o que era. Moisés respondeu:

— Isso é o pão que o SENHOR dá a vocês para comerem. Isto é o que o SENHOR ordenou: “Que cada um recolha o que se consegue comer: dois litros por cabeça, segundo o número de pessoas. Cada um pegará para todos os que vivem em sua tenda.”

Assim o fizeram os filhos de Israel. E recolheram, uns, mais, outros, menos, conforme a medida fixada. E não sobrava para quem havia recolhido muito, nem faltava para quem havia recolhido pouco, pois cada um recolhia o quanto conseguia comer. Então Moisés disse:

— Ninguém deixe nada para a manhã seguinte.

Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, e alguns deixaram do maná para a manhã seguinte, mas deu bichos e cheirava mal. E Moisés se indignou contra eles. Colhiam-no, pois, manhã após manhã, cada um quanto conseguia comer; porque, vindo o calor do sol, o maná se derretia.

No sexto dia, colheram alimento em dobro, quatro litros para cada um. E os principais da congregação vieram e contaram isso a Moisés. Ele respondeu:

— Isto é o que disse o SENHOR: “Amanhã é repouso, o santo sábado dedicado ao SENHOR. O que vocês quiserem assar no forno, assem, e o que quiserem cozinhar em água, cozinhem; e tudo o que sobrar separem, guardando para a manhã seguinte.”

E guardaram-no até a manhã seguinte, como Moisés havia ordenado; e não cheirou mal, nem deu bichos. Então Moisés disse:

— Comam isto hoje, pois hoje é o sábado dedicado ao SENHOR; hoje vocês não encontrarão nada no campo. Seis dias vocês o recolherão, mas o sétimo dia é o sábado; nele, não haverá nada a recolher.

No sétimo dia algumas pessoas saíram para o recolher, porém não o acharam. Então o SENHOR disse a Moisés:

— Até quando vocês se recusarão a guardar os meus mandamentos e as minhas leis? Vejam! O SENHOR deu a vocês o sábado; por isso, ele, no sexto dia, lhes dá alimento para dois dias; cada um fique onde está, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia.

Assim, o povo descansou no sétimo dia.

A casa de Israel deu àquele alimento o nome de maná. Ele era como semente de coentro, branco e com gosto de bolo de mel. Moisés disse:

— Esta é a palavra que o SENHOR ordenou: “Dele você pegará dois litros e guardará para as futuras gerações, para que vejam o pão com que eu os sustentei no deserto, quando os tirei do Egito.”

Então Moisés disse a Arão:

— Pegue um vaso, ponha nele dois litros de maná e coloque-o diante do SENHOR, para que seja guardado para as futuras gerações.

Como o SENHOR havia ordenado a Moisés, assim Arão o colocou diante da arca do testemunho para o guardar. E os filhos de Israel comeram maná durante quarenta anos, até que entraram em terra habitada. Comeram maná até que chegaram aos limites da terra de Canaã. A porção de maná para cada pessoa era um décimo da medida padrão, que tinha vinte litros.